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Chega a 161 número de mortos no RS; Estado tem quase 600 mil desalojados e 85 desaparecidos Chega a 161 número de mortos no RS; Estado tem quase 600 mil desalojados e 85 desaparecidos
São 806 feridos nos 464 municípios atingidos, ou seja, 93% da população do Estado, afetando diretamente 2.339.508 pessoas, na contabilidade da Defesa Civil
Por Werbete | 21/05/2024 - 18h29
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Chega a 161 o número de mortos no Rio Grande do Sul, de acordo com o boletim da Defesa Civil estadual da manhã desta terça-feira (21). São 85 desaparecidos e 806 feridos nos 464 municípios atingidos, ou seja, 93% da população do Estado, afetando diretamente 2.339.508 pessoas, na contabilidade do órgão. O RS tem 581.633 pessoas desalojadas e os abrigos atendem a 72.561 pessoas neste momento. A falta de energia elétrica persiste e há 78.826 pontos da CEEE Equatorial e 100.400 pontos da RGE Sul sem luz. O Aeroporto Internacional Salgado Filho permanece com as operações suspensas por tempo indeterminado. A Fraport Brasil, administradora do aeroporto, orienta os passageiros a entrarem em contato com suas companhias aéreas para mais informações sobre voos. Os oito aeroportos administrados pelo governo do Estado estão operando normalmente. Já os portos de Porto Alegre e Pelotas mantêm suas operações suspensas, devido ao nível do Lago Guaíba acima da cota de inundação. O Porto de Rio Grande segue operando sem interrupções, a travessia para São José do Norte está limitada apenas a veículos altos, como caminhonetes, devido ao aumento do nível da Laguna. Até esta terça (21) já são 82.666 pessoas resgatadas e 12.358 animais salvos.

Porto Alegre

Após a redução do nível das águas do lago Guaíba, a capital enfrenta problemas com acúmulo de lixo e mau cheiro nas ruas do centro. Depois de quase três semanas, as escolas municipais de Porto Alegre retomaram as atividades na segunda-feira (20), de forma escalonada. Mais 16 escolas reabriram nesta terça-feira (21), localizadas em áreas não afetadas pelas enchentes. Com equipes reduzidas e horários flexíveis, as escolas priorizam o acolhimento dos alunos e a realização de atividades lúdicas diante da situação de calamidade climática no estado.

Fonte: Jovem Pan